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A Astrologia e a Bíblia!

A Bíblia ensina que a astrologia não é somente uma atividade inútil (sem valor), mas algo tão mau que sua simples presença indica que o juízo de Deus já ocorreu (Atos 7.42-43). Tanto como filosofia ou como prática, a astrologia rejeita a verdade relativa ao Deus vivo, e em seu lugar conduz as pessoas a objetos mortos, como os astros e planetas. Assim como a Bíblia ridiculariza os ídolos, também o faz com os astrólogos e suas práticas (Isaías 47.13).

Entretanto, isto não tem evitado que a maioria dos astrólogos declare que a Bíblia apóia favoravelmente a astrologia. Jeff Mayo, fundador da Escola Mayo de Astrologia, declara que “a Bíblia está cheia de referências astrológicas”. Joseph Goodavage, autor de Astrology: The Space Age Science (Astrologia: A Ciência da Era Espacial) e Write Your Own Horoscope (Escreva Seu Próprio Horóscopo), declara que “a Bíblia está cheia da” filosofia da astrologia.[1]

Os astrólogos “justificam” tais afirmações da mesma maneira que muitas seitas citam a Bíblia como evidência de seus próprios ensinamentos falsos e anti-bíblicos. Eles distorcem as Escrituras até ensinarem algo contrário à Bíblia.[2] Qualquer passagem bíblica que refute tais ensinos é simplesmente ignorada, mal interpretada, ou eliminada. Pode-se provar que todo texto bíblico citado pelos astrólogos para provar que a Bíblia apóia a astrologia foi mal interpretado ou mal aplicado.[3] Assim como a água e o óleo não se misturam, a Bíblia e a astrologia são totalmente incompatíveis. Alguns não-cristãos também admitem que existe “um abismo ideológico permanente entre ambas as crenças”.[4]

Historicamente o cristianismo tem-se oposto à astrologia por três razões bíblicas. Primeiro, a Bíblia explicitamente rejeita a astrologia como uma prática inútil (sem valor). Uma prova disso está em Isaías 47.13-14, onde Deus afirma: “Ja estás cansada com a multidão das tuas consultas! Levantem-se pois, agora os que dissecam os céus e fitam os astros, os que em cada lua nova te predizem o que há de vir sobre ti. Eis que serão como restolho, o fogo os queimará; não poderão livrar-se do poder das chamas; nenhuma brasa restará para se aquentarem, nem fogo para que diante dele se assentem.” Aqui vemos que, em primeiro lugar, Deus condena o conselho dos astrólogos babilônicos. Em segundo lugar, Deus disse que suas predições baseadas no movimento dos astros não os salvariam do juízo divino que se aproximava. Finalmente, Deus disse que o conselho dos astrólogos não era inútil somente para os outros, mas que nem os salvaria a eles mesmos (Deuteronômio 4.19; 17.1-5; 18.9-11; 2 Reis 17.16; 23.5; Jeremias 8.2; 19.13; Ezequiel 8.16; Amós 5.26-27).

A segunda razão bíblica pela qual o cristianismo tem-se oposto à astrologia é porque Deus proíbe as práticas ocultas. Basicamente, a astrologia é uma adivinhação. Esta é definida pelo Webster’s New Collegiate Dictionary (1961) como “o ato ou prática de prever ou predizer atos futuros ou descobrir conhecimento oculto”. No Webster’s New World Dictionary (1962), a astrologia é definida como “a arte ou prática de tentar predizer o futuro ou o conhecimento por meios ocultos”. Por ser uma arte ocultista, Deus condena a adivinhação como mal e como uma abominação para Ele, dizendo que ela leva ao contato com maus espíritos chamados de demônios. (Deuteronômio 18.9-13; 1 Coríntios 10.20).

Finalmente, a Bíblia repudia a astrologia por levar as pessoas à terrível transferência de sua lealdade ao infinito Deus do Universo para as coisas que Ele criou. É como dar todo o crédito, honra e glória às magníficas obras de arte, esquecendo completamente o grande artista que as produziu. Nenhum astrólogo, vivo ou morto, daria às pinturas de Rembrandt ou Picasso o mérito que corresponde aos autores, mas eles o fazem rotineiramente com Deus. Entretanto, Deus é infinitamente mais digno de honra que os homens, pois é Ele quem fez “os céus e a terra” e em Suas mãos está a vida de todos os homens (Gênesis 1.1; Daniel 5.22-23).

Por Pr. Silvio Hirota
Em 02/07/2011
 

A PL 122 E A BÍBLIA SAGRADA!

(Google Imagens)

1)ARTIGOS DA PL 122 QUE ATACAM DIRETAMENTE AOS CRISTÃOS.

Artigo 1º: Serão punidos na forma desta lei os crimes resultantes de discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião, procedência nacional, gênero, sexo, orientação sexual, identidade de gêneros.

 Eles tentam se escorar na questão de raça e religião para se beneficiar. O perigo do artigo 1º é a livre orientação sexual. Esta é a primeira porta para a pedofilia. É bom ressaltar que o homossexualismo é comportamental, ninguém nasce homossexual; este é um comportamento como tantos outros do ser humano.

Artigo 4º: Praticar o empregador, ou seu preposto, atos de dispensa direta ou indireta. Pena: reclusão de 2 a 5 anos.

 Não serão os pais que vão determinar a educação dos filhos — porque se os pais descobrirem que a babá dos seus filhos é homossexual, e eles não quiserem que seus filhos sejam orientados por um homossexual, poderão ir para a cadeia.

Artigo 8º-A: Impedir ou restringir a expressão e a manifestação de afetividade em locais públicos ou privados abertos ao público, em virtude das características previstas no artigo 1º desta lei. Pena: reclusão de dois a cinco anos.

 Isto significa dizer que se um pastor, ou padre, ou diretor de escola — que por questões de princípios — não queira que no pátio da igreja, ou escola haja manifestações de afetividade, irão para a cadeia.

Artigo 8º-B: Proibir a livre expressão e manifestação de afetividade do cidadão homossexual, bissexual ou transgênero, sendo estas expressões e manifestações permitidas aos demais cidadãos ou cidadãs. Pena: reclusão de dois a cinco anos.

 O princípio do comentário é o mesmo que o do anterior, com um agravante: a preferência agora é dos homossexuais; nós, míseros heterossexuais, podemos também ter direito à livre expressão, depois que é garantida aos homossexuais. O parágrafo do artigo que vamos comentar a seguir “constituiu efeito de condenação”.

Artigo 16º, parágrafo 5ª: O disposto neste artigo envolve a prática de qualquer tipo de ação violenta, constrangedora, intimidatória ou vexatória, de ordem moral, ética, filosófica ou psicológica.

 Aqui está o ápice do absurdo: o que é ação constrangedora, intimidatória, de ordem moral, ética, filosófica e psicológica? Com este parágrafo a Bíblia vira um livro homofóbico, pois qualquer homossexual poderá reivindicar que se sente constrangido, intimidado pelos capítulos da Bíblia que condenam a prática homossexual. É a ditadura da minoria querendo colocar a mordaça na maioria. O Brasil é formado por 90% de cristãos. Não queremos impedir ou cercear ninguém que tenha a prática homossexual, mas não pode haver lei que impeça a liberdade de expressão e religiosa que são garantidas no

Artigo 5º da Constituição brasileira. Para qualquer violência que se cometa contra o homossexual está prevista, em lei, reparação a ele; bem como assim está para os heterossexuais. A PL-122 não tem nada a ver com a defesa do homossexual, mas, sim, quer criminalizar os contrários à prática homossexual — e fazem escorados na questão do racismo e da religião.

2) O QUE A BÍBLIA DIZ SOBRE HOMOSSEXUALISMO.
Antes da Bíblia precisamos frisar o que a Constituição Brasileira afirma sobre família:

ARTIGO 226 CAPITULO VII
§ 3º – Para efeito da proteção do Estado, é reconhecida a união estável entre o homem e a mulher como entidade familiar, devendo a lei facilitar sua conversão em casamento.

Vamos à Palavra de Deus:
Vemos a mídia dar uma atenção toda especial às pessoas que vivem na prática homossexual, como se fossem especiais, homens que alcançaram o ápice da existência, enaltecem a posição tomada e fazem a população engolir esta situação como totalmente normal. Políticos ímpios e celebridades da tv, além de apoiá-los, fazem apologia a esta prática e legislam em favor desta situação no mínimo vergonhosa.

 A Bíblia diz o contrário, afirma que é uma abominação um homem se deitar com outro homem como se fosse mulher, ou uma mulher se deitar com outra mulher como se fosse homem.( Levítico 18.22 e 20.13)

 E ainda, por causa de certas abominações, tal como o homossexualismo, a terra vomitará os seu moradores. Ver:
Levítico 18.25
No Antigo Testamento, aquele que praticava essas coisas, eram expulsos da congregação de Israel e executados.
O Novo Testamento, nos mostra que aqueles que praticam, não entrarão no Reino de Deus .
(1º Coríntios 6.9-10).
O Apostolo Paulo mostra o homossexualismo como um estágio final da rebelião contra Deus, quando trocam a verdade de Deus por uma mentira e começam a adorar a criatura ao invés do criador, elas são entregues ao pecado.
Quando os valores são invertidos uma anarquia aparece, os homens atentam para a sensualidade de outros homens e as mulheres para a sensualidade de outras mulheres, elas receberão o castigo em seus próprios corpos, por suas próprias ações.

ANÁLISE DE ROMANOS 1.23-28: 1 COR 6.9-10.
V.23- Trocaram a glória de aDeus e divinizaram um mero animal racional.
A pratica dos helênicos consistia em criar deuses em formas humanas.
v.24- Por ignorarem a divindade de Deus, Ele os entregou:

 A idolatria agravada levou o povo a uma profunda perversão moral, como seu resultado natural.

 Quando as pessoas estão envolvidos com as paixões mais baixas, tais como homossexualismo, e perderam o controle sobre seu estado e se regozijam nele, Deus os entrega como castigo de sua rebeldia.

 Deus permite que a pessoa siga desembaraçadamente pelo seu caminho descendente, sem qualquer intervenção Dele.
v.25- Perverteram a verdade de Deus, e ao invés do Criador adoram a criatura.
v.26- A palavra que aparece aqui é “fêmeas”, e Paulo quis dizer que tais mulheres agem como animais irracionais, uma vez que certas variedades de animais irracionais praticam tais coisas.(homossexualidade)
De criaturas feitas à imagem de Deus, tornaram-se irracionais a ponto de praticarem tais abominações.
v.27- Machos se inflamaram com machos. Esta prática era comum em Corinto, o que chocou demais o apóstolo.A punição vem através de conseqüências, físicas, morais e espirituais.
v.28- A forte ênfase aos pecados sexuais se desenvolveu não meramente com a idéia de mostrar que tais pecados são mais graves do que os outros, mas demonstra que a obstinação pela prática é tão grande que Deus os abandonou, ou os entregou ao vício.
A graça de Deus é retirada de sobre eles, por desprezarem a Deus e por terem uma disposição mental para a prática do pecado.

CONCLUSÃO: (1. COR 6.9)
V.9- Efeminados: Homens que aceitam afagos de outros homens, como se fossem mulheres.
Sodomitas: Porque era o pecado praticado em Sodoma, e que Ló enfrentou com sua a família. Essa prática era tão comum entre os gregos antigos que veio a ser intitulada de “pecado grego”. NÃO HERDARÃO O REINO DE DEUS.

Postado por Pr. Silvio Hirota
Em 05/06/2011
 

PAI DE ALUGUEL!

(Google Imagens)

Sim, essa é a nova moda na Rússia: alugar um pai. Depois dos maridos de aluguel, que no Brasil também são requisitados para pequenos reparos domésticos e funções como pregar um quadro na parede, as mulheres russas decidiram que poderiam usar um homem postiço para resolver a ausência da figura paterna.

A notícia saiu hoje na Gazeta Russa, publicada aqui pela Folha de S. Paulo. A preferência, segundo a reportagem, é por ex-soldados. A ideia é a seguinte: esses homens são pagos – e bem pagos – para um serviço de babá especializado, que pode incluir até mesmo fingir que são de fato os pais biológicos. Eles fazem tarefas básicas nos cuidados infantis: levar para a escola, preparar um almoço, brincar no parque.

Com isso, essas mães pretendem que as crianças tenham um referencial masculino, mesmo que por um curto período de tempo. Em um dos casos citados, a mãe disse ao filho que seu pai era espião e morava em Cuba, por isso nunca aparecia (!!!). Mas, notando a tristeza e rebeldia da criança, ela decidiu contratar os serviços de um pai de aluguel, que ficou por 4 meses ao lado do menino e, depois, quando o dinheiro acabou, voltou a “servir a pátria”. Não sei qual é o próximo passo do plano. Acho que ela provavelmente vai “matar” o pai – um desfecho bem freudiano, diga-se de passagem.

Cinismo à parte, esse recurso de alugar um pai tem um grande fundo psicológico. Para mim, é um grande e escancarado reflexo do que a psicanalista francesa Elisabeth Roudinesco diagnosticou como a “família em desordem”, e por isso chamou minha atenção. Esse, aliás, é o título de um de seus livros, que trata justamente sobre a perda da figura de líder da família pelos homens. O patriarcado, na visão dela, vem sendo substituído por inúmeras composições novas, como lares monoparentais e casais gays.

Nesse sentido, o aluguel me parece uma tentativa desesperada de algumas mulheres que, por uma ou outra circunstância, acabaram criando seus filhos sozinhas e, em um determinado momento, se viram precisando de uma figura de “autoridade” à moda antiga. Não estou aqui defendendo a ausência de pais, de forma alguma. Mas, ao ler essa notícia, penso que se trata de um retrato de nossos tempos: a mãe está mais empoderada, mas a família tal como a conhecemos, está despedaçando. E isso é uma questão que deveria inquietar todas as mulheres. É esse o caminho? O que vai substituir o formato até então em vigor? E indo além: é possível pensar em uma forma que prime pela eqüidade nas tarefas? Precisamos, afinal de um padrão?

Fica a reflexão de Roudinesco: “Se o pai não é mais o pai, se as mulheres dominam inteiramente a procriação e se os homossexuais têm o poder de assumir um lugar no processo da filiação, se a liberdade sexual é ao mesmo tempo ilimitada e codificada, transgressiva e normalizada, pode-se dizer por isso que a existência da família está ameaçada? Estaremos assistindo ao nascimento de uma onipotência do ‘materno’ que viria definitivamente aniquilar o antigo poder do masculino e do ‘paterno’ em benefício de uma sociedade comunitarista ameaçada por dois grandes espectros: o culto de si próprio e a clonagem?”
Por Maíra Kubic Mano, Doutorando em Ciências Sociais pela Unicamp.

Postado por Pr. Silvio Hirota
Em 30/05/2011
 
Categorias:Artigo

A EDUCAÇÃO NA TERCEIRA IDADE

De modo particular, os que compõem o contingente da dita terceira idade ou melhor idade, sofrem com a criação dos mais diversos mitos-inverdades que frustram e inibem o crescimento.

Gostaria de citar alguns desses mitos que precisam ser combatidos.

1) O mito da Velhice
O Brasil, cujo povo é tão cheio de calor humano, é hoje um dos principais países do mundo na liderança de preconceito contra pessoas da terceira idade. O mito da velhice induz a pessoa a crer que, depois que se completa 50 anos, já não vale a pena viver; é um velho que não tem valor para mais nada. Este mito causa dois problemas principais.
– É vedado aos “velhos” a oportunidade de permanecer ou voltar ao mercado de trabalho.
– A maioria das pessoas que compõem este grupo acomodam-se diante da pressão destruidora desse mito, e adotam a filosofia da “improdutividade”; não sonham mais, não criam, não vibram com a a vida. O texto de Paulo aos Romanos 12.1-2, fala-nos sobre a importância da renovação da mente para não cairmos na letargia e ostracismo. O Salmo 92 afirma: “Na velhice ainda darão frutos, serão viçosos e florescentes…”

2) O mito da falta de energia.
De onde vem a idéia de que na terceira idade as forças físicas e energias desaparecem? A Bíblia contrapõem a este mito mostrando que a falta de energia é resultado de falta de fé e confiança em Deus. Moisés aos 120 anos, poderia ser um homem totalmente desgastado, enfraquecido, em função das lutas que enfrentou praticamente toda a sua vida, que começou aos 40. Mas ele ainda estava firme e confiante. O velho Calebe, em avançada idade requereu de Josué as terras que lhe haviam prometido, porque ele aos 85 anos ainda tinha muito vigor.

3) O mito da cabeça fraca.
Os cientistas estão descobrindo que é possível haver regeneração e desenvolvimento de células do cérebro. Esta noticia caiu como uma bomba na mente daqueles que achavam que apenas outros tipos de célula poderiam se regenerar, nunca as do cérebro.

4) O mito do fim da linha.
O salmista Davi combateu esta idéia com o Salmo 118.24. “Este” pronome demonstrativo indica que o dia acabou de raiar; o que estamos vivendo hoje, é único, singular, não existiu, e nunca existirá um dia igual a este, em toda a história da humanidade. Idade nunca foi limitador de sonhos e projetos de Deus para nós realizarmos em nossa existência terrena.

Recomendações:
1) Não leve as coisas muito a sério.
2) Cultive a alegria e bom humor.
3) Rejeite o espírito de “coitadinho”.
4) Continue crescendo em sabedoria e conhecimento.
5) Vença a amargura.

Por Pr. Silvio Hirota
Em 01/04/2011

ERAM OS DEUSES ASTRONAUTAS?

“Eram os deuses astronautas”, de Erik Von Daniken, lançado em 1968, não se trata de um livro de histórias, mas sim de um conjunto de perguntas sobre diversos fatos que a nossa ciência simplesmente não tem, ou evita buscar respostas, devido ao embaraço que tais especulações podem causar.

A principio o livro nos propõem uma simples teoria que relata como seria, se uma civilização altamente desenvolvida cultural e tecnologicamente entrasse em contato com uma civilização primitiva; não seria difícil imaginar que os primitivos acostumados a adorar o sol e lua logo tratariam de adorar os visitantes como deuses e mesmo que tentassem algum tipo de resistência logo seriam dominados pelo poder bélico desta civilização avançada, fato este que ocorreu na América com a chegado dos espanhóis e portugueses.

Até este contexto não existem fatos que a ciência não explique o que se torna estranho é quando o livro nos traz questões como civilizações altamente desenvolvidas como a egípcia e suas obras arquitetônicas cuja engenharia, até hoje, mesmo com nossa tecnologia, não conseguiríamos reproduzir.

Ou ainda antigos calendários feitos com altíssima precisão, por civilizações que simplesmente desapareceram sem deixar pistas.

Mas o que o livro traz à tona são fatos que são deixados de lado como os cálculos estatísticos que provam ser inevitável a existência de vidas em outros planetas, mesmo assim se trata este fato com ceticismo; não se trata de declarar que existe vida inteligente em outros mundos, mas sim de se observar esta possibilidade com olhos científicos.

Isto nos leva ao titulo do livro “Eram os deuses astronautas?”. Isto porque muitas obras arquitetônicas não têm explicação técnica de como foram feitas e outras ainda nem para que serviam.

Fato é, ainda que aparentemente, algumas civilizações simplesmente aparecem com um alto poder tecnológico de uma hora para outra, sem pré-história nem uma, aparentando como se os deuses tivessem descido do céu e lhes dado estes conhecimentos.

Para o nosso grau de desenvolvimento intelectual qual afirmação é mais aceitável deuses que trazem o conhecimento ou astronautas que nos visitam e promovem este desenvolvimento ? Posteriormente, vieram muitos outros escritos para afirmar que a terra já foi visitada por seres alienígenas…

Como cristão e crente na Bíblia, quero afirmar que  Deus criou o homem, e colocou-o para governar o Jardim do Éden. Paulo escreveu na Carta ao Colossenses, cap 1.16,17 o seguinte: “Pois nele foram criadas todas as coisas que há nos céus e na terra…” “Ele é antes de todas as coisas, e todas as coisas subsistem por ele”.

Partindo desse pressuposto Bíblico, quero afirmar que as fábulas escritas, no sentido de que “deuses”, ou “seres extraterrestres” estiveram na Terra, inclusive há quem afirme que eles tiveram realações sexuais com os humanos primitivos, e por isso houve a evolução da raça humana, é simplesmente fantasia e engôdo.

O próprio cientista Charles Darwin, autor da “Teoria da Evolução”, tem um grande problema não resolvido, ou seja, ele não consegue explicar o momento exato em que os primatas, perderam seus “rabos”, e começaram a andar de forma ereta como os humanos. E, tampouco, explicar porque alguns primatas não evoluíram.

Como cristão e fundamentalista que sou, posso afirmar, à luz da Bíblia, que eu creio ser  a Palavra de Deus,  que só há vida humana na Terra. Aliás, tem se procurado vida, e vestígios de vida humana em outros planetas, e até agora não encontraram absolutamente nada. Todos os relatos de ovnis avistados são questionáveis, como também, de humanos que supostamente foram abduzidos.

Concluo este artigo afirmando categóricamente, que Deus criou todas as coisas, e criou o planeta Terra, e nele colocou os homens para habitar e governar. Portanto, não existe vida humana em qualquer outro planeta criado por Deus.

Postado por Pr.Silvio Hirota

Em 28/03/2011

A REALIDADE DA FAMILIA BRASILEIRA

 

As atitudes dos brasileiros mudaram radicalmente nos últimos 10 anos.
Se por um lado, a realidade da família brasileira está longe de ser um “liberou geral”, a pesquisa Datafolha, realizada em 2007, apresenta sinais claros dessa alteração.

Neste artigo queremos demonstrar alguns desses sinais contraditórios e antagônicos, de uma sociedade de amores-líquidos, influenciada pelo relativismo moral, presente na mentalidade “big brother” e noutros reality-shows, bem como afetada pela erosão dos valores morais, presente nos relacionamentos superficiais e digitais, com perigosos sinais de enfraquecimento da família como um todo.

Os sinais de liberalização e flexibilização dos valores morais dentro da família brasileira ficam bem evidentes quando entra na pauta da pesquisa a questão da homossexualidade. Observe a pergunta feita aos brasileiros: “Se você soubesse que um filho homem está namorando com um outro homem, você consideraria um problema muito grave, mais ou menos grave, pouco grave ou não consideraria um problema?”

Na pesquisa de 1998, 77% dos entrevistados achavam que essa situação era “muito grave”. Apenas nove anos depois, o índice caiu 20 pontos percentuais e atingiu 57%, ou seja, um pouco mais da metade dos brasileiros vêem como sendo “muito grave” um filho homem namorar outro homem. Se a situação envolvesse uma filha, a tolerância continua praticamente igual: 55% acha “muito grave” a filha namorar outra garota.

Ainda quanto à sexualidade, o limite da “casa dos pais” foi invadido pelo namoro “feito em casa”. Ao invés de voltar pra casa à noite ou no fim-de-semana, os parceiros(as) acabam dormindo na casa dos namorados(as), dividindo o quarto, a cama e o corpo. Os motivos mais usados para justificar tal comportamento são a segurança diante da violência da noite urbana, como também o fato da família encarar o sexo entre os jovens com mais naturalidade.

Quando questões como estilos de vida alternativos (como a homossexualidade) e a vida a dois fora do casamento são encaradas com naturalidade, seus políticos e juízes, pressionados ou motivados pelas pesquisas de opinião pública, tentam aprovar leis que favoreçam a escolha ou liberdade individual. Entretanto, a legislação de um país deve sempre lidar com o fato de que as escolhas das pessoas têm conseqüências para toda a sociedade. Assim, devemos buscar um sensato equilíbrio entre os limites individuais perguntando o seguinte: como determinada situação servirá ao bem da sociedade como um todo?

Se por um lado, os pais e mães de todas as classes sociais em 2007 estão bem mais permissivos e abertos que em 1998, a atitude hipócrita da sociedade brasileira, da preocupação com o-que-os-outros-irão-pensar ainda permanece firme. Muitos pais continuam não concordando que os seus filhos transem dentro de suas casas, mas longe do lar a atitude é diferente. Eles têm que aproveitar a vida! (é o que dizem os pais). 

Talvez a principal causa dessa repulsa, que não permite que os filhos durmam com seus parceiros na casa dos pais, é a constante troca de parceiros, cada dia “ficando” com um. Como a virgindade se tornou motivo de gozação entre os colegas, os jovens acabam por colecionar relações superficiais, leves e passageiras, banalizando assim o ato sexual, ato-objeto em tempos líquidos.

Essa “auto-afirmação” por parte da juventude encontra principal apoio no incentivo ou passividade dos papais e mamães, desde que obviamente, não seja feito lá em casa.

No outro lado do espectro da liberalização, encontramos uma visão retrógrada que serve pra alertar-nos diante da incoerência dos valores sociais da atualidade. De acordo com os dados da pesquisa Datafolha, 33% dos entrevistados acham que as mulheres devem deixar de trabalhar fora para cuidar dos filhos e 49% dos brasileiros aceitam que a mulher trabalhe, se for realmente necessário para o orçamento familiar. Contudo, entre os que cursam o ensino superior, o índice dos que defendem que a mulher deve abrir mão do trabalho pelos filhos é de 19%. Vale a pena lembrar que no Brasil, 29,2% dos lares são chefiados por mulheres!

Se por uma lado há uma grande liberdade quanto à da sexualidade, com relação às drogas ocorre justamente o oposto. Em evidência na mídia, a discussão sobre a descriminalização da maconha ganha, dentro da família brasileira uma grande aliada. A consulta Datafolha apontou que as famílias consideram “muito grave” o filho ou a filha fumar maconha. No caso de filhos homens, o percentual é de 72%. No caso de filhas, 78%. Fumar maconha ainda é considerado moralmente errado por 85% das pessoas e só está moral,abaixo da porcentagem daqueles que são contrários à prática o aborto (87%).

Sabe-se que mídia tem um poder incrível sobre a população brasileira. As sensuais novelas e seriados, o sensacionalismo popular dos programas de auditório e a mentalidade ocidental “Big Brotheriana” – entre muitos outros “reality-shows”- fertilizam a mente e relacionamentos, expandindo o poder de uma cultura cada vez mais brutal, sensual, animalesca e enamorada de seqüestros, assassinatos e violência.

A restauração da ordem social e moral de uma civilização – torná-la mais humana, civil, responsável e justa – não é uma tarefa simples. Cabe à igreja conscientizar-se de sua função como sal que salpica/espalha (?) os valores do Reino: luz que brilha a presença de Cristo, grão de mostarda que frutifica, justiça, retidão e fermento que move a massa.

Valores quebrados e indecisão – seus valores e tendências
“Os grandes valores quase sempre são compreendidos tardiamente” (F. Nietzsche)

Embora este filósofo alemão fosse ateu, sua confissão resume o pensamento que descobrimos ao longo da nossa vida; os valores mais importantes, por vezes, são esquecidos ou descartados. Alguns são descobertos somente depois de muitas lutas, sofrimentos e transformações.

Nesta segunda parte das pesquisas realizadas pelo Data-Folha nos últimos 10 anos, queremos trazer luz a valores – a importância e sentido da família, a instituição do casamento, a prioridade do trabalho, a preocupação com o dinheiro, a necessidade da religião para famílias e jovens e até o uso da maconha – que afetam a vida de pais e filhos, maridos e esposas em suas dinâmicas e lutas familiares.

Comecemos com a maconha.

Apesar da sociedade brasileira ter-se aberto a discussões polêmicas como a sua legalização, os últimos anos não produziram nenhuma mudança significativa quanto a sua aceitação. Fumar maconha ainda é considerado moralmente errado por 85% das pessoas. Este número só fica atrás do aborto, cuja prática é recriminada por 87% da população brasileira.

O interessante é notar que nas classes mais altas (entre os que ganham mais de 20 salários mínimos), o índice daqueles que consideram fumar maconha como algo muito grave cai para 50%. Aqueles que têm um maior grau de estudo e mais dinheiro, tragicamente, são os que menos recriminam a maconha e outras drogas.

O filme brasileiro “Tropa de Elite” e outros sucessos de bilheteria internacional como “Crash” mostram em detalhes a ingenuidade, receptividade, sedução e sofrimento dos jovens da classe média alta que, em busca do prazer (hedonismo) e procurando novas experiências lamentavelmente tornam-se viciados.

Como destaque, o Data-Folha, interessantemente, revela que o brasileiro está tratando alguns temas da vida em sociedade com maior zelo do que fazia em 1998, quando por ocasião da primeira pesquisa sobre a família. Na época, a instituição família era considerada “muito importante” para 61% da população. Já em 2007, esse percentual aumentou para 69%.

Entre as famílias de classe média com renda entre 10 e 20 salários mínimos, esse índice é de incríveis 81%! Será que esse número apenas reflete a insegurança, as lutas e preocupações de milhões de pessoas estressadas, insatisfeitas e sobrecarregadas pelas lutas e crises familiares? Ou será que o aumento do número de cristãos, com seus inúmeros cursos, palestras e conferências para casais está realmente gerando maior consciência social para com a função central da família para a saúde da sociedade brasileira?

Outro valor de peso é o estudo.

De acordo com a pesquisa, aqueles que consideram o estudo muito importante subiu 4 pontos percentuais, saltando de 61% em 1998, para 65% em 2007. Essa investigação demonstra uma maior preocupação da família brasileira com a educação e o desenvolvimento escolar dos seus filhos.
Atualmente, 58% da população vêem o trabalho como “muito importante”, um índice assustadoramente maior que 1998, quando apenas 38% viam o trabalho dessa forma. No quesito dos que consideram o lazer como “muito importante” o índice caiu de 38% para 32% nesses anos. Entre os que têm ensino superior, esse índice subiu para 41%.

Sabemos que, depois de Deus criar o mundo, ele descansou no sétimo dia (Gênesis 2:2), não porque estivesse “cansado” e precisasse relaxar, mas para dar um modelo, estabelecer uma regra de conduta para o ser humano. Novamente esta regra é reforçada no sétimo mandamento e mantida pela igreja cristã no Novo Testamento como princípio de vida: um dia de repouso, oração, descanso, adoração. Isso não parece ser uma grande preocupação para a família brasileira.

Outro valor de peso: o casamento.

Entretanto, um valor que pouco foi alterado neste período que compreendeu as duas pesquisas (1998-2007) foi o casamento. Apenas 31% da população brasileira considera o casamento “muito importante” e outros 41% consideram essa instituição apenas “importante”. A paralisação nos números mostra a realidade cada vez mais presente: o casamento está perdendo a importância para a família brasileira. Além da prioridade para outras organizações e formatos não-tradicionais de família, a estabilidade do casamento sancionada em 1996 – a chamada união estável – mostra seus efeitos nessa última pesquisa de 2007.

O valor de peso: religião.

No que diz respeito à religião há duas notícias: uma boa e outra muito ruim. A notícia ruim, de acordo com o teólogo Jorge Cláudio Ribeiro, da Pontifícia Universidade Católica (PUC), de São Paulo,  autor do livro Religiosidade Jovem, é que o número dos “jovens sem religião” já soma 32% dos entrevistados! Esse é um percentual muito superior aos números do censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que indicam 7,3% da população. Desse total, 12,2% se dizem agnósticos ou ateus e 19,8%, crentes sem religião. Este será indubitavelmente um dos maiores desafios para a igreja nas próximas décadas!

Contudo, a notícia boa é que, o índice daqueles que acham que a religião é muito importante para a família cresceu de 38% em 1998 para 45% em 2007. Esse desejo por um contato religioso, talvez ocasionado pela mídia evangélica e a busca por uma espiritualidade, deve ser visto como oportunidade para a pregação do evangelho integral e testemunho da salvação em Jesus Cristo.

Postado por Pr.Silvio Hirota
Em 12/01/2011