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“A arte de começar e terminar” Chistian Ingo Lenz Dunker

Nos dias de hoje temos aprendido muito sobre como deletar pessoas, mas pouco sobre a arte de desistir, de despedir e guardar as fotos de recordação, com carinho e gratidão!

“Um clique e anos de fotografias, marcas de uma história de amor, desaparecem sem deixar vestígios. Dois toques e todos os números dela(e) são desintegrados para sempre do telefone celular. Três teclas pressionadas e o Facebook altera o estatuto de uma relação, adicionalmente evacuando todos contatos, a partir de então, indesejáveis. Quatro cliques e os e-mails dele(a) vão para o cemitério infinito, sem lugar e sem rastro. Aquele, cujo nome deve ser mais pronunciado, foi devidamente excluído de sua vida. Você está pronto(a) para começar de novo. A verdadeira relação “líquida” deve corresponder ao que alguns analistas de consumo chamam a geração “teflon”, ou seja, “feita para que nada grude”. Tida como inodora, insípida e translúcida, esta forma de vida inspira duas dificuldades às quais os psicanalistas têm dedicado vasto esforço interpretativo: a separação e o compromisso.”

Não é difícil de se imaginar que  quanto maior a facilidade de acessos, comunicação com pessoas, amizades, aumenta a tentação de se provar “coisas novas”. As redes sociais em geral, mostram sempre o lado positivo das coisas e pessoas, mesmo porque, um rosto pode ser postado como perfil, sem que seja da pessoa que está postando. O grande problema é que quando não temos vínculos sólidos, quando não temos estrutura emocional, espiritual, familiar, forjada em cima de caráter, personalidade equilibrada, objetivos bem definidos, correremos os riscos acima mencionados pelo autor do artigo.

Temo que nas próximas décadas, a situação tomará um rumo totalmente descontrolado. Para todas as atitudes e situações, tem-se justificativas! O “adultério”, passou a ser chamado de pequeno “deslize”. O homossexualismo, de “opção sexual”. Os padrões morais, até então definitivos, foram trocados por opções relativas, para justificar atitudes de todos os tipos e formas. Família, vínculo determinado por Deus, com parâmetros totalmente definidos, é difícil de ser encontrada e praticada no dias atuais. Tudo é descartável, descompromissado, irresponsável em termos de relacionamentos! Troca-se de parceiros sexuais, como troca-se de roupas. Os filhos estão envolvidos em todo este processo. Além, de não terem parâmetros nas escolas, também, não os encontram mais em suas casas, o que torna a prática do incorreto, indesejável, cada vez mais comum e relativo na sociedade presente, que eu costumo chamar de pseudo-sociedade.

Diante deste quadro, fica a grande preocupação e a pergunta que vem continuamente em nossa mente: A sociedade está realmente evoluindo ou retrocedendo? A globalização é mesmo fundamental em todos os sentidos? As redes sociais estão sendo mais usadas para o bem ou para o mal? Para criar vínculos permanentes ou descartáveis?

Pense, repense, reflita, analise, e tire as suas conclusões!

Postado por Pr.Silvio Hirota, em 05/10/2012

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Categorias:Mensagem
  1. Roberta
    05/10/2012 às 11:35

    Otimo post Pr ~
    bjus
    Beh

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